Jéssica Figueredo
"Odiei as palavras e as amei. E espero tê-las usado direito." (A menina que roubava livros - Markus Zusak)
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Ela não é nem de longe a menina que você imaginaria namorar um dia. Você imagina namorar com uma garota de curvas perfeitas, cabelos incríveis, popularidade altíssima. E ela não é nem magra, nem gorda, não tem o cabelo incrível, mas do jeito que o prende, deixando umas mechas soltas, fica linda, e não é popular. Odeia lugares muito lotados. Mas ela te faz sorrir. Ela dança na sua frente, de um jeito engraçado, te beija a ponta do nariz e chama de bobo, bagunça teu cabelo e te chama de menino lindo. Ela fala coisas sem sentido e depois sorri, quando vê sua cara de: ‘você não é normal’. Ela não é mesmo nem de longe a menina que você imaginaria namorar, porque ela é bem mais que tudo aquilo que você imaginava. Ela não é perfeita pra ninguém, mas é perfeita para você.
O esquecimento nada mais é do que uma ilusão da memória. Não conseguimos esquecer completamente as coisas. Sempre há um fragmento lá no fundo do baú. É inevitável recordar lembranças que nos marcaram. Revivê-las já se torna mais complexo , já que as pessoas mudam , a vida passa , os bons momentos acabam caindo no labirinto , vão se perdendo aos poucos com tantas informações. Mas todos nós sabemos que um dia a porta desse labirinto vai se abrir quando for necessário. As pessoas que tentamos esquecer nunca serão esquecidas, podem ser ignoradas pelo nosso pensamento , e podemos até não sentir mais nada por ela , mas sempre que acontecer algo parecido com aquela pessoa , o labirinto estará lá , para abrir a porta e nos mostrar que o que vale não é esquecer , é conseguir superar e seguir em frente.
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